O cú e a Lua.
Não sei, sou mimado, ou nasci com o cu virado pra lua, escolham voçesses, por obséquio, que eu estou, vá, maçado.
A coisa é que há dias destes, manhãs gloriosas, de lama, chuva, risos e piadas, amizade da boa.
Pode até parecer que é daquelas merdas das redes, estamos sempre todos sorridentes prá foto e roidos por dentro, mas acreditem, até porque já me conhecem, quando é para partir a loiça não peço meças, que é genuíno.
Aquele sentir que vale a pena.
Seria Pàrvo se não o evidenciasse, se não abrisse aqui o coração ca malta.
Chegar a casa, todo coberto de serra de Sintra, um almoço do camandro, regado por uma pinga das que deixam lágrima no copo e no olho quando acaba.
Hoje é um desses dias.
E até é 13 e no sitio dos Barros cruzei-me com um gato preto, a sorte faz-se e eu, nasci com o cu virado prá lua.
E, adoro.
Vosso, tão Pàrvo

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